Proteção ANTI CHAMAS Estruturas Metálicas (11)98950-3543
Fibra Projetada
A proteção à base de fibras utiliza as propriedades isolantes da fibra para proteger o aço. Esta mistura é projetada sobre a estrutura.
Argamassa Projetada à Base de Vermiculita
É
produto de baixa densidade, composto basicamente de vermiculita
expandida, cimento Portland e aglomerados minerais. Este material deve
ser completamente isento de amianto, e, para melhorar sua aderência ao
aço, costuma ser necessária a utilização de telas.
Placas de Gesso Acartonado
Placas de Lã de Rocha
A matéria-prima básica utilizada na confecção das placas é o basalto. São fixadas com pinos de aço soldados à estrutura metálica.
Mantas Cerâmicas
Produtos
formados a partir de fibras silico-aluminosas, presas à estrutura
através da utilização de pinos de aço soldados na estrutura.
Enclausuramento em Concreto
Um
outro método empregado na proteção do aço é o do enclausuramento do
elemento metálico em concreto. Este solução proporciona proteção ao aço
frente à corrosão e incêndio ao mesmo tempo. Algum reforço é adicionado ao sistema, na forma de vergalhões, para manter o
concreto no local durante o evento do incêndio. Esta solução tem sido empregada no Japão, mas, devido ao custo mais elevado do que outras formas de proteção, não é muito difundida.
concreto no local durante o evento do incêndio. Esta solução tem sido empregada no Japão, mas, devido ao custo mais elevado do que outras formas de proteção, não é muito difundida.
Tintas Intumescentes
Esta tinta pode ser aplicada a pincel, rolo ou spray (airless), e a aparência final do sistema (primer epoxídico, acrílico ou alquídico, tinta intumescente e tinta de acabamento acrílica ou poliuretânica) é sempre muito boa.
As tintas intumescentes são compostas, de modo geral, de sais de fósforo, de amidos, de melamina e resinas orgânicas.
[1] Engenheiro de Assistência Técnica da Gerência de Desenvolvimento de Perfis Estruturais da Aço Minas Gerais S.A. – AÇOMINAS.
[2] F.C.Rodrigues, C.M.D.Starling, G.F.Bernardes, I Congresso Internacional da Construção Metálica (CICOM), São Paulo, SP, 2001. Contido nos Anais eletrônicos do evento.
[3] Steel Times, September 1993, p. 383.
[4] I .C.Neves. “Segurança contra incêndio em edifícios – Fundamentos”. Instituto Superior Técnico, Depto. de Engenharia Civil (Lisboa), 1994, p. 557.
[5] J.M. Lleonart. Resistencia al Fuego de las Estructuras Metalicas y Caldereria, vol. 2, no. 819, p.13.
[6] R. Chijiiwa et al.. Nippon Steel Tech. Rep., no. 58, p.47 (1993).
[7] Steel Today & Tomorrow, no. 120, Oct-Dec 1992, p. 5.
[8] A.V.Faria et al. Metalurgia e Materiais (ABM), p.196 (1996).
[9] NBR 14323. “Dimensionamento de Estruturas de Aço de Edifícios em Situação de Incêndio – Procedimento”. Rio de Janeiro, 1999.
[10] NBR 14432. “Exigências de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos de Edificações – Procedimentos”. Rio de Janeiro, 2000.
[11] International Standardization for Organization. “Fire-resistance tests – Elements of Building Construction”. ISO 834, Genève, 1994.
[12] Societé Suisse des Ingénieurs et dês Architectes (SAI). “Evaluation du Risque d’Incendie. Méthode de Calcul”. Documentation No. 81, Zurich, 1999.
[13] UL Fire Resistance Directory, vol.1, p.2. Underwriters Laboratory Inc.(2001).
[2] F.C.Rodrigues, C.M.D.Starling, G.F.Bernardes, I Congresso Internacional da Construção Metálica (CICOM), São Paulo, SP, 2001. Contido nos Anais eletrônicos do evento.
[3] Steel Times, September 1993, p. 383.
[4] I .C.Neves. “Segurança contra incêndio em edifícios – Fundamentos”. Instituto Superior Técnico, Depto. de Engenharia Civil (Lisboa), 1994, p. 557.
[5] J.M. Lleonart. Resistencia al Fuego de las Estructuras Metalicas y Caldereria, vol. 2, no. 819, p.13.
[6] R. Chijiiwa et al.. Nippon Steel Tech. Rep., no. 58, p.47 (1993).
[7] Steel Today & Tomorrow, no. 120, Oct-Dec 1992, p. 5.
[8] A.V.Faria et al. Metalurgia e Materiais (ABM), p.196 (1996).
[9] NBR 14323. “Dimensionamento de Estruturas de Aço de Edifícios em Situação de Incêndio – Procedimento”. Rio de Janeiro, 1999.
[10] NBR 14432. “Exigências de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos de Edificações – Procedimentos”. Rio de Janeiro, 2000.
[11] International Standardization for Organization. “Fire-resistance tests – Elements of Building Construction”. ISO 834, Genève, 1994.
[12] Societé Suisse des Ingénieurs et dês Architectes (SAI). “Evaluation du Risque d’Incendie. Méthode de Calcul”. Documentation No. 81, Zurich, 1999.
[13] UL Fire Resistance Directory, vol.1, p.2. Underwriters Laboratory Inc.(2001).
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